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#1 - A ARTE DRAG EM MIM

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#2 ACEITAÇÃO E INSPIRAÇÕES

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Playlist

#3 PRIMEIRA TENTATIVA E PRECONCEITO

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Dicas

#4 MAIS UMA TENTATIVA!

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18 de maio de 2018

#7 - A Arte Drag em Mim: Primeira Apresentação


    Hiiiiie monas, tudo bem com vocês? Eu sumi né? Desculpem-me, mas tudo foi por uma boa causa. Têm acontecido coisas maravilhosas na minha vida artística e estava meio sem tempo. Finalmente consegui um tempinho para contar a vocês que finalmente me apresentei em um palco pela primeira vez como Drag Queen.
    Em uma cidade vizinha onde acontecem as maiorias das festas LGBT’s da região tem uma espécie de barzinho chamado “Chalé Acústico” aonde vem muitas bandas covers se apresentarem, neste mesmo local sempre tem uma edição especial do “Chalé das Loucas” que é mais voltado para o público gay. Lembram-se da Regina Jenner que citei no post anterior? Pois é ela foi convidada a participar juntamente com Alexya Horrana, porém eles precisavam de mais uma pessoa e adivinhem? Isso mesmo, eu fui convidado graças à indicação da Regina. Depois do convite e meu “sim” foi uma correria só, eu tinha apenas umas duas semanas no máximo, não chegava a isso.
    Precisava ir atrás de costureira que pudesse fazer o trabalho o mais rápido possível, precisava ir comprar tecidos, escolher as músicas das apresentações... Isso mesmo APRESENTAÇÕES! Fui informado que cada drag deveria apresentar três shows. Então precisava decidir as músicas, ensaia-las e me propus a cantar em uma delas... Foi a que mais ensaiei, porém uma semana antes fui informado de que não conseguiram técnico de som para o dia e sendo assim teria que fazer outra coisa. No final deu tudo certo, foi cortada uma apresentação de cada Drag devido o tempo de cada apresentação ser muito longo.
    Foi muita ansiedade e muito nervosismo, foi coisa de louco. Tive a presença de minha irmã e meu cunhado me prestigiando neste dia tão incrível, vocês tem noção do que é ter família em sua primeira apresentação? É inexplicável! Também contei com a presença de amigos muito especiais que me mostram cada vez mais o quanto a amizade é importante em nossa vida.
    Melhor do que falar é mostrar, não é mesmo? Abaixo vou deixar os links das duas apresentações feitas por mim... Ah uma em parceria com a Regina Jenner em! Vou deixar o link do vlog deste dia também que ficou maravilhoso, teve voltinha no shopping e fotos com os adolescentes e crianças.










17 de maio de 2018

Vlog - Allow Fantasy (Léo Aquilla)


Hiiie Monas, tudo bem com vocês? Hoje o Vlog é da festa Allow Fantasy que teve Léo Áquilla como atração principal... Devo adiantar que teve uma entrevista bapho com ela e em breve sai aqui no canal. Infelizmente não foi possível colocar a entrevista junto com o vlog, pois ficaria um vídeo muito longo e cansativo. Então se inscrevam no canal, ativem as notificações pois assim que sair você receberá em primeira mão. Obrigado amores XOXO. Redes sociais: *Página: https://www.facebook.com/TadashyOffic... *Facebook: https://m.facebook.com/tadashy.queiroz *Instagram: @tadashyqueiroz *Twitter: @tadashyofficial

23 de fevereiro de 2018

#6 - A Arte Drag em Mim: A União Faz a Força!

    Hiiiie monas, tudo bem com vocês? Desculpem-me pela demora, mas hoje o post é sobre a primeira montação que deu certo. Isso mesmo amores chegou a hora de vocês me conhecerem montada. Manas hoje eu apresento a vocês a Tadashy Vhiper! O conceito do nome é algo bem simples Vhiper vem de “viper” que traduzido para o português significa “Víbora”, é isso mesmo pessoal sou uma víbora. O intuito é destilar veneno nessa sociedade padronizada. Uma sociedade em que todos acham que devemos seguir suas “leis” de padrão eu venho para desconstruir, venho destilando meu veneno e mostrando que ser afeminada é revolucionário sim e que juntos podemos ir mais longe, sermos mais forte, nos tornar vitoriosos. Ah o “Tadashy” eu mantenho, pois assim como Pabllo Vittar eu realmente gosto muito do meu nome e gosto de ser esse garoto.
    No dia 9 de dezembro teve uma festa de aniversario da Wesley/Ashley Jean uma das organizadoras da “Make Love” a festa mais popular aqui da região. Enfim a festa foi algo menor e mais intimista, mas foi no mesmo estilo de festa LGBT. Foi nesse dia minha primeira montação e pra ajudar a festa se chamava “Afeminadx aos 22”, se eu gostei desse tema? Eu ameeei! Enfim manas, minha lace finalmente estava em minhas mãos e deu tudo certo foi incrível. Deu tudo certo entre aspas né. Foi a primeira festa onde eu desci do salto, eu queria aproveitar a festa e dançar então levei um sapatinho na bolsa do meu companheiro. Vale lembrar que os cílios pela primeira vez descolaram, achei a morte? Com certeza, mas aproveitei muitoooo esse rolêzinho!
    Nessa festa foi onde eu e a Regina Jenner (drag que citei como inspiração no post anterior) nos falamos pela primeira vez. Juro gente foi incrível pra mim, porque tipo ela é a única drag aqui da cidade fora eu no momento. É porque eu penso assim o meio drag, na verdade o meio LGBT é muito “podre”, são pessoas querendo competir com as outras, o famoso “close errado”, muitos desmerecendo o trabalho do colega e fazendo de tudo pra passar por cima. Eu realmente repudio todo esse tipo de ato, eu sou daqueles que vivem pelo amor. Como eu disse lá em cima eu acho que quando nos juntamos somos bem mais fortes e é nisso que eu me empenho. Enfim, então eram muitas “pessoinhas” colocando intriga em minha mente do tipo “ai fulano isso, fulano aquilo” e eu realmente desacreditava. No fim deu tudo certo, estamos ai Regina e eu friends queridas!

    Então pessoal essa foi à primeira montação minha, espero que tenham gostado das fotos e da Vhiper. Espero que estejam gostando ainda mais do projeto, onde conto tudo sobre a minha drag e como estou vivendo isso. Em breve mais post’s a respeito disso e novidades. Um grande beijo no coração de vocês.




Leia a primeira parte desse projeto: Aqui
Leia a segunda parte desse projeto: Aqui
Leia a terceira parte desse projeto: Aqui
Leia a quarta parte desse projeto: Aqui
Leia a quinta parte desse projeto: Aqui

25 de janeiro de 2018

#5 - A arte drag em mim: A minha arte

    Hiiiiiiiiiiiiiie monas, tudo bem com vocês? Vamos com mais uma parte da “A Arte Drag Em Mim”. Como eu disse na postagem anterior, essa será sobre o tipo de arte que eu quero levar ao mundo. Primeiramente quero ser uma drag cantora “Ah já tem um monte, é modinha”, não! Não é modinha, não pra mim. Eu sempre quis cantar, eu achava que seria uma espécie de Lady Gaga em versão masculina.
(Lady Gaga no SuperBowl)

    Como todo adolescente eu tive a fase rebelde em que achava que ouvir “Pitty” te fazia um rockeiro revoltado da vida. Tive contato com essas músicas através do meu tio que me passou em um pen drive a meu pedido. Um dia na TV estava passando no “Qual é o seu talento” a Mini Lady Gaga, foi ai que conheci as músicas da Gaga e amei, fui procurar na internet e me apaixonei na hora. Era como se eu tivesse me encontrado naqueles figurinos, naquela envolvência, sensualidade e muita ousadia que só ela tem.
(Anitta)

    Quantas performances eu já não fiz pelo quintal de casa me sentindo a própria Lady Gaga, era uma turnê melhor que a outra (risos). Cresci com esse sonho de viver da música, estar nos palcos e arrastar multidões com minhas canções. Em 2012 conheci minha diva maior “Anitta” pela qual venero até hoje! Ela era tudo o que eu queria ser só que dessa vez brasileira (hoje já é internacional, né?), depois dela o pop brasileiro só tem crescido e vivemos um momento muito lindo na música brasileira.
(Julia Mazuchi & Lolly Perry)

    Claro que tenho referencia drag’s sem duvidas! A “Pabllo Vittar” não tem como ficar de fora, já que foi com ela que o cenário drag começou a crescer e ser reconhecido. Junto a ela veio a “Lia Clark” minha grande referencia como Drag Queen e artista. Como eu já disse anteriormente a “Aretuza Lovi” é uma pessoa extremamente especial na minha vida devido o apoio que ela me deu quando pensei em me montar e tinha medo.    Inspiro-me muito em artistas consagrados sim, mas me inspiro muito em Drag’s da minha região que batalham cada vez mais para serem reconhecidas pela sua arte. Posso citar Lolly Perry, Regina Jenner, Ashley Jean, Sasha Lover e Alexya Horrana: Todas maravilhosas, cada uma com sua identidade, são únicas!
(Regina Jenner)

   Sendo assim quero levar minha música ao publico, quero dançar muito e contagiar a todos. Tenho algumas composições já e agora só faltam sair do papel, quem sabe em breve né? Manas, espero que tenham gostado dessa quinta parte! A próxima parte eu já adianto que será sobre a minha primeira montação... finalmente! Fiquem com um grande beijo e até o próximo post.



Leia a primeira parte desse projeto: Aqui
Leia a segunda parte desse projeto: Aqui
Leia a terceira parte desse projeto: Aqui
Leia a quarta parte desse projeto: Aqui

3 de janeiro de 2018

#4 - A ARTE DRAG EM MIM: Mais uma tentativa!

    Hie monas, tudo bem com vocês? Amooores, vamos para a quarta parte né. Vamos falar de mais uma tentativa que não deu muito certo, mas que foi incrível. Como não deu certa a peruca sintética com a franja estranha eu comprei uma lace pelo Aliexpress, mesmo sabendo de toda a demora e transtorno que poderia me trazer, mas na esperança que chegasse a tempo de uma festa que eu iria. Bem, vocês já podem imaginar.
    Depois da compra feita fiquei todos os dias rastreando a localização onde a bendita se encontrava, foi um verdadeiro desastre. A linda até que chegou no Brasil em um tempo digamos assim “razoável”, foi liberada sem impostos (amem), porém lá dizia que seria entregue em 40 dias, ok. Daí eu fiz as contas e dava uns 3 dias antes da festa. Passou o primeiro dia do “prazo”, passou o segundo e o terceiro. Fiquei pu** da vida né, fui refazer as contas e lembrei que eu não deveria ter contado os finais de semana, feriados e tal (risos). Pois é minha gente, contei tudo isso e me iludi.
    Estavam tudo pronto para essa festa, a roupa, as mil meias calças... tudo! A lace não chegou, fiquei muito abalado, porém eu decidi que iria “montado” sem a peruca mesmo. Não seria pela falta de uma peruca que minha montação ficaria para trás. Manas, eu fui com minha franja mesmo e confesso que foi incrível. Encontrei pessoas que seguiam meu trabalho nas redes sociais como maquiador, e foi à coisa mais linda do mundo. Foi uma noite inesquecível. Ah bendita chegou uma semana depois da festa, mas pelo menos chegou.

    Monas, esse foi à quarta parte de hoje, a tentativa que não ficou 100%, mas que foi incrível pra mim. Espero realmente que estejam gostando, já adianto que a quinta parte será sobre o tipo de arte que eu quero levar para o mundo. Então não percam esse projeto que tá lindo, caso não tenham lido os outros post’s é só acessar os links abaixo pra ficar por dentro de tudo. Agradeço de coração todo apoio, fiquem com um grande beijo.


Leia a primeira parte desse projeto: Aqui
Leia a segunda parte desse projeto: Aqui
Leia a terceira parte desse projeto: Aqui

17 de dezembro de 2017

#3 - A Arte drag em mim: Primeira tentativa e preconceito.

    Hiiie monas, tudo bem com vocês? Borá pra terceira parte desse projeto que eu to amando contar pra vocês? Eu to muito feliz mesmo em poder dividir um pouco disso com vocês e espero que estejam realmente gostando. Garotaaax, dei uma introdução do que é a arte drag pra mim no primeiro post deste projeto e já falei um pouco sobre minhas inspirações e minha aceitação como gay no segundo. Hoje vamos falar um pouco sobre a minha primeira tentativa que não deu muito certo, vamos falar também sobre meu próprio preconceito contra festas LGBTQ e muito mais. Essa é uma experiência que acho super necessário contar.
    Sou gay assumido deis dos meus 16 anos, mas nunca fui de sair. Enfim fui frequentar uma festa LGBTQ com 21 anos, exatamente somente este ano. Particularmente eu tinha um certo “preconceito” sim contra essas festas, eu achava que teria muita coisa ruim do tipo gays afrontando, muita putaria entre outras besteiras. No post anterior do projeto falei sobre a festa em que fui e conheci a Aretuza Lovi, foi a minha primeira festa e fui somente por causa dela. Vocês não tem noção do quanto eu me senti bem, sabe quando você para pra pensar “onde eu estava esse tempo todo?”, foi ai onde tive a certeza de que ali era meu lugar, era ali que eu deveria estar a muito tempo. Se eu falar que vi uma briga em todas as festas que fui eu estaria mentindo, é um pessoal muito da paz. Obvio que tinha as gay afrontosas como eu temia, mas isso tem em todo lugar e você tem que saber lidar.
    Sabe o que é estar num lugar cheio de gente e ninguém te olhando estranho por você ser homem e estar maquiado em cima de um salto? Simplesmente foi incrível pra mim, tento não perder uma festinha se quer (risos). Finalmente tinha encontrado o meu lugar e estava pronto para dar o meu próximo passo, mas isso fica para o próximo post.
     Vamos falar sobre a primeira tentativa que não deu muito certo pra mim. Bom, meu namorado foi viajar pra São Paulo capital e lá querendo ou não as coisas são mais baratas, é nessas horas que morar no interior é uó. Aproveitei que ele estava por lá e pedi para que me trouxesse duas perucas sintéticas dessas que não suportam calor, bem básicas que vem com aquela bendita franja no meio da testa. Claro que ele me trouxe né, daí coloquei a peruca loira achei muito ruim, coloquei a peruca castanha e ficou razoável, mas ainda assim não ficou como eu imaginei. Não quis nem testar maquiagem nem nada, eu fiquei bem desgostoso da vida com isso. Uma eu cortei ela toda e a outra vendi. Mas finalmente aprendi que drag vai muito além de uma peruca ou ser feminina, drag leva consigo uma critica, é uma arte que você molda conforme o que te agrada e não como é dito pela sociedade, drag é uma desconstrução como eu já disse.

    Amadas eu espero que tenham gostado da terceira parte e em breve volto com a quarta parte pra vocês saberem um pouco mais sobre a minha arte, eu to amando real contar cada parte dessa trajetória que só esta começando... temos muito ainda pra falar. Fiquem com aquele abraço apertado e até o próximo post.



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11 de dezembro de 2017

#2 - A arte drag em mim: Aceitação e inspirações

    Amores, tudo bem com vocês? Estou aqui para a segunda parte do “A Arte Drag em Mim”, hoje vamos falar de incentivo, inspiração e aceitação. Vamos voltar um pouco no tempo lá pra 2012 o ano em que meus pais ficaram sabendo que eu era gay! Bom eu costumo dizer que tenho pais maravilhosos, que não tenho do que reclamar. Eu nunca precisei chegar e dizer “Mãe, pai... eu sou gay!”, não! Vou resumir, eu nunca soube negar quando minha mãe perguntava a respeito, eu fugia do assunto ou algo assim. Até que um dia ela me perguntou e eu chorei, ai estava a resposta da pergunta dela. Ambos choraram muito nesse dia, mas nada do tipo “eu vou te mataaaar”, não foi muito paz e amor. Daí eu creio que ela contou pro meu pai, mas também nunca falou a respeito meio que foi “normal”.
    A primeira parte ta contada né? Hoje me encontro em uma nova etapa, agora eu faço parte da arte drag, onde quero levar meu sonho e fazer juntamente com a arte drag. Quero cantar montada assim como as dragas que me inspiram como Lia Clark, Aretuza Lovi, Pabllo Vittar entre tantas outras que temos pelo Brasil e mundo a fora. Bom, eu estava com isso em mente de ser drag devido amar essa arte e como ela estava sendo enaltecida no Brasil. Dia 05 de agosto aconteceu uma festa aqui na região a “Close Party” onde a Aretuza Lovi iria se apresentar. Aretuza pra mim é sinônimo de luta! O garota que ralou pra chegar onde chegou, no ultimo instante quase desistindo dessa carreira surgiu o hit “Catuaba” onde a deu o incentivo de continuar fazendo essa arte. Sabendo que ela se apresentaria tão perto não poderia deixar de ir e tentar contato com ela. Já vivia enchendo ela no Twitter, mas precisava estar ali, tocar nela, abraçar e conversar.
    Como podem ver nas fotos fui maquiado sim. A maquiagem é uma coisa que amo muito, então não poderia ir toda “cagada” né? Ela se apresentando as vezes trocando olhares comigo de cima do palco, eu ficava louco do tipo “preciso conversar com ela meu deus”. Após a apresentação a equipe da festa disse que Aretuza estaria disponível pra fotos com todos. Adivinhem? Isso mesmo eu fiquei louco, aquela fila parecia não terminar. Quando chegou a minha vez não me contive e comecei a chorar, não poderia ser real aquela diva me abraçando meu deus! Ela me reconheceu do Twitter falou da minha make, conversamos sobre eu ser drag e que eu tinha o total apoio dela que por mais que seja difícil eu deveria fazer aquilo com muita garra e amor e que ser afeminado é revolucionário sim!
    Levo Aretuza como uma das minhas maiores inspirações devido a todas as belas palavras que ela me disse, vocês tem noção de que ela pediu pra tirar foto com o próprio celular dela e postou no Snap? Nossa minha felicidade foi a mil! Eu me inspiro grandemente na Lia Clark. Ser drag já é uma barra que enfrentamos sempre, agora imagina ser um drag funkeira... pois é, sendo assim ela é uma das minhas inspirações mais influentes. Claro que me inspiro muito na Pabllo também, não teria como não me inspirar né? Super talentosa e batalhadora que vem conquistando muitas coisas, que alguns anos atrás a comunidade LGBTQ nem imaginaria. Bom amados, esse foi a segunda parte de muitas outras que virão explicando o que é  “A Arte Drag em Mim”. Espero de coração que vocês tenham gostado e qualquer dúvida ou curiosidade pode comentar que estarei respondendo a todos. Fiquem com um grande beijo.






Leia a primeira parte desse projeto: Aqui