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#1 - A ARTE DRAG EM MIM

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#2 ACEITAÇÃO E INSPIRAÇÕES

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#3 PRIMEIRA TENTATIVA E PRECONCEITO

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Dicas

#4 MAIS UMA TENTATIVA!

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11 de dezembro de 2017

#2 - A arte drag em mim: Aceitação e inspirações

    Amores, tudo bem com vocês? Estou aqui para a segunda parte do “A Arte Drag em Mim”, hoje vamos falar de incentivo, inspiração e aceitação. Vamos voltar um pouco no tempo lá pra 2012 o ano em que meus pais ficaram sabendo que eu era gay! Bom eu costumo dizer que tenho pais maravilhosos, que não tenho do que reclamar. Eu nunca precisei chegar e dizer “Mãe, pai... eu sou gay!”, não! Vou resumir, eu nunca soube negar quando minha mãe perguntava a respeito, eu fugia do assunto ou algo assim. Até que um dia ela me perguntou e eu chorei, ai estava a resposta da pergunta dela. Ambos choraram muito nesse dia, mas nada do tipo “eu vou te mataaaar”, não foi muito paz e amor. Daí eu creio que ela contou pro meu pai, mas também nunca falou a respeito meio que foi “normal”.
    A primeira parte ta contada né? Hoje me encontro em uma nova etapa, agora eu faço parte da arte drag, onde quero levar meu sonho e fazer juntamente com a arte drag. Quero cantar montada assim como as dragas que me inspiram como Lia Clark, Aretuza Lovi, Pabllo Vittar entre tantas outras que temos pelo Brasil e mundo a fora. Bom, eu estava com isso em mente de ser drag devido amar essa arte e como ela estava sendo enaltecida no Brasil. Dia 05 de agosto aconteceu uma festa aqui na região a “Close Party” onde a Aretuza Lovi iria se apresentar. Aretuza pra mim é sinônimo de luta! O garota que ralou pra chegar onde chegou, no ultimo instante quase desistindo dessa carreira surgiu o hit “Catuaba” onde a deu o incentivo de continuar fazendo essa arte. Sabendo que ela se apresentaria tão perto não poderia deixar de ir e tentar contato com ela. Já vivia enchendo ela no Twitter, mas precisava estar ali, tocar nela, abraçar e conversar.
    Como podem ver nas fotos fui maquiado sim. A maquiagem é uma coisa que amo muito, então não poderia ir toda “cagada” né? Ela se apresentando as vezes trocando olhares comigo de cima do palco, eu ficava louco do tipo “preciso conversar com ela meu deus”. Após a apresentação a equipe da festa disse que Aretuza estaria disponível pra fotos com todos. Adivinhem? Isso mesmo eu fiquei louco, aquela fila parecia não terminar. Quando chegou a minha vez não me contive e comecei a chorar, não poderia ser real aquela diva me abraçando meu deus! Ela me reconheceu do Twitter falou da minha make, conversamos sobre eu ser drag e que eu tinha o total apoio dela que por mais que seja difícil eu deveria fazer aquilo com muita garra e amor e que ser afeminado é revolucionário sim!
    Levo Aretuza como uma das minhas maiores inspirações devido a todas as belas palavras que ela me disse, vocês tem noção de que ela pediu pra tirar foto com o próprio celular dela e postou no Snap? Nossa minha felicidade foi a mil! Eu me inspiro grandemente na Lia Clark. Ser drag já é uma barra que enfrentamos sempre, agora imagina ser um drag funkeira... pois é, sendo assim ela é uma das minhas inspirações mais influentes. Claro que me inspiro muito na Pabllo também, não teria como não me inspirar né? Super talentosa e batalhadora que vem conquistando muitas coisas, que alguns anos atrás a comunidade LGBTQ nem imaginaria. Bom amados, esse foi a segunda parte de muitas outras que virão explicando o que é  “A Arte Drag em Mim”. Espero de coração que vocês tenham gostado e qualquer dúvida ou curiosidade pode comentar que estarei respondendo a todos. Fiquem com um grande beijo.






Leia a primeira parte desse projeto: Aqui

2 comentários:

  1. Adorei sua história e continue fazendo o que faz gurrrl... Beijos <3

    http://assunto-infinito.blogspot.com

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    1. Obrigado meu amor, com certeza continuarei fazendo. Beijooos <3

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